SINGELA HOMENAGEM (LUGARES DO BRASIL)

domingo, 29 de abril de 2012

Sousa faz 3 a 1 em pleno Amigão e acaba com o sonho do tri do Treze

Dinossauro segura os ataques do Treze e em contra-ataques fulminantes liquida a partida. Espera agora o vencedor de Campinense e Botafogo-PB Foi um baile tático. O Sousa venceu surpreendentemente o Treze por 3 a 1, em pleno Estádio Amigão, e passou para a final da 2ª fase do Campeonato Paraibano de Futebol. O time agora espera por Campinense ou Botafogo-PB para saber qual será o próximo adversário do time sertanejo, enquanto o Galo dá adeus ao sonho do tricampeonato. O Dinossauro podia até mesmo perder por um gol de diferença, já que tinha vencido por 2 a 0 no jogo de ida em Sousa, mas fez muito mais do que isto. Se segurou na defesa nos muitos ataques trezeanos e nos contra-ataques sempre precisos liquidou o jogo. Dois gols de Vitinho e um de Esquerdinha.
O Sousa não ficou em nenhum momento atrás do placar e soube administrar bem o resultado. Tanto que rapidamente a torcida que lotou o estádio começou a xingar o time e saiu em massa do estádio bem antes do fim do embate. Pressão do Treze e gols do Sousa Ao longo dos 90 minutos, a escrita foi praticamente a mesma. O Treze atacava sempre com muito perigo, mas a zaga sousense muito bem armada salvava o time. O goleiro Anderson também fazia excelentes defesas e no contra-ataque o Dinossauro apresentava uma invejável precisão. O Galo começou abafando. Nos nove primeiros minutos de jogo, foram três bons ataques, com Doda, Ferreira e Vavá. A torcida empurrava e acreditava na vitória por dois gols, quando veio o primeiro dos contra-ataques mortais. Em velocidade, Vitinho leva o Dinossauro ao ataque, chuta e abre o placar: 1 a 0. A torcida trezeana sente o baque e fica em silêncio no estádio. Mas o Galo continua no ataque. Manu se junta ao trio Doda, Ferreira e Vavá e seguem infernais. Obrigam Anderson a fazer belas defesas. Vavá, por sinal, faz um duelo particular com o goleiro Anderson, mas em quatro oportunidades o goleiro leva a melhor em cima do matador.
Aos 30 minutos, o técnico Marcelo Vilar percebe que escalou mal a equipe e faz a primeira substituição. Sai Saulo e entra Neto Maranhão. Mas cinco minutos depois quem marca é mais uma vez o Sousa. Novo contra-ataque fulminante e desta vez Esquerdinha é quem marca o segundo. Os primeiros torcedores trezeanos já começavam a deixar o estádio. Pouco tempo depois, um dos lances mais impressionantes do jogo. Neto Maranhão solta uma bomba, mas a bola bate nas duas traves, atravessando toda a meta “passeando” por cima da linha do gol. No rebote, Vavá ainda tem uma sensacional chance e perde um gol incrível. Aos 45, novo ataque do Treze. Pênalti. Vavá vai para a cobrança e vence a primeira em cima de Anderson, diminuindo o resultado para 2 a 1. A etapa inicial acaba logo depois e com o gol o torcedor alvinegro volta a acreditar. Precisava ainda de três gols no segundo tempo. Treze abafa, mas Vitinho liquida a parada No intervalo do jogo, o Treze volta a mudar. Coloca Márcio Carioca no lugar Yeren e o time volta a campo ainda melhor. Ataca como nunca, chega com ainda mais perigo e vai para o tudo ou nada. No primeiro lance, Manu acerta uma bicicleta. No segundo, o trezeano Anderson acerta uma bomba que explode novamente na trave do seu xará sousense.
O Treze chega mais algumas vezes, mas a zaga salva todas. E aos poucos o Sousa recomeça a procurar mais o contra-ataque. Num deles, vem o golpe final. Aos 20 minutos. Edu Recife sai em velocidade, corre para o ataque e passa para Vitinho marcar. Fim de papo no Amigão. Para piorar, Vavá se machuca pouco depois e sai de campo. O time fica com um jogador a menos porque o treinador já tinha feito todas as substituições. Depois do terceiro gol, o Treze não tinha forças para mais nada. Parou em campo e deixou o tempo passar. A torcida saiu em massa e deixou o Amigão praticamente vazio. Final melancólico para o atual bicampeão paraibano.

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